Do estrondo à descoberta: como a serendipidade movimenta as mulheres em Nicketche, de Paulina Chiziane
DOI:
https://doi.org/10.35520/diadorim.2025.v27n2a68578Resumo
A palavra Serendipidade vem lutando por um lugar nas áreas das literaturas, tendo em vista que ela já é bem representada na área científica e jurídica. Saber, a priori, que serendipidade está relacionada a descobertas incríveis que acontecem ao acaso, o presente artigo analisa corpus ficcional pertinente à discussão sobre esta palavra. Trata-se do romance Niketche, da moçambicana Paulina Chiziane. A partir de uma situação aparentemente corriqueira, acompanhamos uma radical transformação na vida da protagonista Rami. Tal transformação é vista aqui como resultante da serendipidade, sobretudo, em função do processo de conscientização detonado pelo acaso na vida da personagem.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
Transferência de direitos autorais - Autorização para publicação
Caso o artigo submetido seja aprovado para publicação, já fica acordado que o autor autoriza a UFRJ a reproduzi-lo e publicá-lo na Diadorim: Revista de Estudos Linguísticos e Literários, entendendo-se os termos "reprodução" e "publicação" conforme definição respectivamente dos incisos VI e I do artigo 5° da Lei 9610/98. O artigo poderá ser acessado pela internet, a título gratuito, para consulta e reprodução de exemplar do artigo para uso próprio de quem a consulta. Essa autorização de publicação não tem limitação de tempo, ficando a UFRJ responsável pela manutenção da identificação do autor do artigo.

A Revista Diadorim utiliza uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional (CC BY-NC 4.0).