"A última prostituta", de Licínio Azevedo, e a necropolítica

uma denúncia por meio da arte com o jornalismo

Autores

DOI:

https://doi.org/10.35520/mulemba.2026.v18n34e71633

Resumo

Este estudo objetiva apresentar as convergências entre jornalismo e arte na denúncia da necropolítica no documentário A última prostituta, de 1999, dirigido pelo jornalista brasileiro, radicado em Moçambique, Licínio Azevedo. Em seguida, será possível estabelecer como o cinema, em consonância com o jornalismo, no que tange ao objeto de análise desta pesquisa, apresenta caráter sociocultural e, por consequência, sociopolítico, ao promover rupturas contra o modelo jornalístico hegemônico norte-globalista. Para tanto, o trabalho fundamenta-se no conceito de necropolítica, proposto por Mbembe (2016). Esta pesquisa existe para ressaltar o papel social do jornalismo de narrar, denunciar e informar, para que histórias não sejam esquecidas ou extintas. Ademais, esta pesquisa também é sustentada pela necessidade da divulgação do cinema moçambicano, uma vez que o cinema do país está em fase preambular e fora da margem hollywoodiana.

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Publicado

2026-07-24

Edição

Seção

Diálogos Interartes: imagem, história, legibilidade