FORMA URBANA SENSÍVEL À ÁGUA: ESTRATÉGIAS PROJETUAIS PARA AMPLIAR A INTEGRAÇÃO ENTRE CIDADES E RIOS A PARTIR DA LINGUAGEM DE PADRÕES DE CHRISTOPHER ALEXANDER

DOI 10.64082/phs.2025.01.5.3

Autores

  • LIZ FAGUNDES OLIVEIRA VALENTE
  • MARESSA FONSECA E SOUZA
  • JOYCE PIO GREGÓRIO
  • ÉVELIN DO NASCIMENTO COELHO

Resumo

Diante de recorrentes eventos associados a mudanças
climáticas e debates sobre sustentabilidade e resiliência
urbana, se fazem cada vez mais necessárias abordagens
de planejamento que sejam sensíveis aos ciclos naturais,
integrando estratégias para problemas ambientais por meio
de soluções baseadas na natureza. A pergunta que norteou
esta pesquisa foi: como ampliar a sensibilidade à água na
forma urbana? O estudo se fundamenta na metodologia
desenvolvida por Christopher Alexander (1936-2022), nas
obras “A pattern language” (1977) e “The timeless way of
building” (1979), visando identificar estratégias projetuais
que permitam ampliar a integração entre cidades e rios.
Iniciamos com uma investigação sobre como a forma
urbana pode se integrar à natureza, especialmente aos
cursos d’água, e apresentamos a abordagem da linguagem
de padrões de Alexander, identificando suas possibilidades
de aplicação na produção da forma urbana. Em seguida,
estruturamos uma análise de padrões que correspondem
à aspectos da forma urbana que promovem integração
entre rios e cidades, sendo eles #07, #24, #25, #59, #64,
#71 e #173. O estudo destaca a importância de considerar
características locais e comunitárias ao aplicar teorias
urbanas, além de sugerir diretrizes urbanísticas que auxiliem
na aplicabilidade dos padrões elencados. O texto conclui
apontando caminhos para pesquisas futuras e para práticas
urbanas sensíveis aos ciclos naturais.
Palavras-chave: Rios urbanos; Planejamento urbano;
Infraestrutura verde e azul; Linguagem de Padrões;
Christopher Alexander.

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Biografia do Autor

LIZ FAGUNDES OLIVEIRA VALENTE

limáticas e debates sobre sustentabilidade e resiliência
urbana, se fazem cada vez mais necessárias abordagens
de planejamento que sejam sensíveis aos ciclos naturais,
integrando estratégias para problemas ambientais por meio
de soluções baseadas na natureza. A pergunta que norteou
esta pesquisa foi: como ampliar a sensibilidade à água na
forma urbana? O estudo se fundamenta na metodologia
desenvolvida por Christopher Alexander (1936-2022), nas
obras “A pattern language” (1977) e “The timeless way of
building” (1979), visando identificar estratégias projetuais
que permitam ampliar a integração entre cidades e rios.
Iniciamos com uma investigação sobre como a forma
urbana pode se integrar à natureza, especialmente aos
cursos d’água, e apresentamos a abordagem da linguagem
de padrões de Alexander, identificando suas possibilidades
de aplicação na produção da forma urbana. Em seguida,
estruturamos uma análise de padrões que correspondem
à aspectos da forma urbana que promovem integração
entre rios e cidades, sendo eles #07, #24, #25, #59, #64,
#71 e #173. O estudo destaca a importância de considerar
características locais e comunitárias ao aplicar teorias
urbanas, além de sugerir diretrizes urbanísticas que auxiliem
na aplicabilidade dos padrões elencados. O texto conclui
apontando caminhos para pesquisas futuras e para práticas
urbanas sensíveis aos ciclos naturais.
Palavras-chave: Rios urbanos; Planejamento urbano;
Infraestrutura verde e azul; Linguagem de Padrões;
Christopher Alexander.

MARESSA FONSECA E SOUZA

Diante de recorrentes eventos associados a mudanças
climáticas e debates sobre sustentabilidade e resiliência
urbana, se fazem cada vez mais necessárias abordagens
de planejamento que sejam sensíveis aos ciclos naturais,
integrando estratégias para problemas ambientais por meio
de soluções baseadas na natureza. A pergunta que norteou
esta pesquisa foi: como ampliar a sensibilidade à água na
forma urbana? O estudo se fundamenta na metodologia
desenvolvida por Christopher Alexander (1936-2022), nas
obras “A pattern language” (1977) e “The timeless way of
building” (1979), visando identificar estratégias projetuais
que permitam ampliar a integração entre cidades e rios.
Iniciamos com uma investigação sobre como a forma
urbana pode se integrar à natureza, especialmente aos
cursos d’água, e apresentamos a abordagem da linguagem
de padrões de Alexander, identificando suas possibilidades
de aplicação na produção da forma urbana. Em seguida,
estruturamos uma análise de padrões que correspondem
à aspectos da forma urbana que promovem integração
entre rios e cidades, sendo eles #07, #24, #25, #59, #64,
#71 e #173. O estudo destaca a importância de considerar
características locais e comunitárias ao aplicar teorias
urbanas, além de sugerir diretrizes urbanísticas que auxiliem
na aplicabilidade dos padrões elencados. O texto conclui
apontando caminhos para pesquisas futuras e para práticas
urbanas sensíveis aos ciclos naturais.
Palavras-chave: Rios urbanos; Planejamento urbano;
Infraestrutura verde e azul; Linguagem de Padrões;
Christopher Alexander.

JOYCE PIO GREGÓRIO

Diante de recorrentes eventos associados a mudanças
climáticas e debates sobre sustentabilidade e resiliência
urbana, se fazem cada vez mais necessárias abordagens
de planejamento que sejam sensíveis aos ciclos naturais,
integrando estratégias para problemas ambientais por meio
de soluções baseadas na natureza. A pergunta que norteou
esta pesquisa foi: como ampliar a sensibilidade à água na
forma urbana? O estudo se fundamenta na metodologia
desenvolvida por Christopher Alexander (1936-2022), nas
obras “A pattern language” (1977) e “The timeless way of
building” (1979), visando identificar estratégias projetuais
que permitam ampliar a integração entre cidades e rios.
Iniciamos com uma investigação sobre como a forma
urbana pode se integrar à natureza, especialmente aos
cursos d’água, e apresentamos a abordagem da linguagem
de padrões de Alexander, identificando suas possibilidades
de aplicação na produção da forma urbana. Em seguida,
estruturamos uma análise de padrões que correspondem
à aspectos da forma urbana que promovem integração
entre rios e cidades, sendo eles #07, #24, #25, #59, #64,
#71 e #173. O estudo destaca a importância de considerar
características locais e comunitárias ao aplicar teorias
urbanas, além de sugerir diretrizes urbanísticas que auxiliem
na aplicabilidade dos padrões elencados. O texto conclui
apontando caminhos para pesquisas futuras e para práticas
urbanas sensíveis aos ciclos naturais.
Palavras-chave: Rios urbanos; Planejamento urbano;
Infraestrutura verde e azul; Linguagem de Padrões;
Christopher Alexande

ÉVELIN DO NASCIMENTO COELHO

Diante de recorrentes eventos associados a mudanças
climáticas e debates sobre sustentabilidade e resiliência
urbana, se fazem cada vez mais necessárias abordagens
de planejamento que sejam sensíveis aos ciclos naturais,
integrando estratégias para problemas ambientais por meio
de soluções baseadas na natureza. A pergunta que norteou
esta pesquisa foi: como ampliar a sensibilidade à água na
forma urbana? O estudo se fundamenta na metodologia
desenvolvida por Christopher Alexander (1936-2022), nas
obras “A pattern language” (1977) e “The timeless way of
building” (1979), visando identificar estratégias projetuais
que permitam ampliar a integração entre cidades e rios.
Iniciamos com uma investigação sobre como a forma
urbana pode se integrar à natureza, especialmente aos
cursos d’água, e apresentamos a abordagem da linguagem
de padrões de Alexander, identificando suas possibilidades
de aplicação na produção da forma urbana. Em seguida,
estruturamos uma análise de padrões que correspondem
à aspectos da forma urbana que promovem integração
entre rios e cidades, sendo eles #07, #24, #25, #59, #64,
#71 e #173. O estudo destaca a importância de considerar
características locais e comunitárias ao aplicar teorias
urbanas, além de sugerir diretrizes urbanísticas que auxiliem
na aplicabilidade dos padrões elencados. O texto conclui
apontando caminhos para pesquisas futuras e para práticas
urbanas sensíveis aos ciclos naturais.
Palavras-chave: Rios urbanos; Planejamento urbano;
Infraestrutura verde e azul; Linguagem de Padrões;
Christopher Alexander.

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Publicado

2026-02-26