CIDADE SAUDÁVEL: MORFOLOGIA URBANA E USO DO SOLO NA CONSTITUIÇÃO DE CIDADES MAIS RESILIENTES
DOI 10.64082/phs.2025.01.5.5
Resumo
Cidades mais saudáveis, com qualidade de vida
e bem-estar dependem de um planejamento e
gestão orientados para a saúde. Neste contexto
a vegetação desempenha papel fundamental na
mitigação dos efeitos das mudanças climáticas
(captura do gás carbônico e regulação térmica). O
objetivo é apresentar uma análise comparativa do
tecido urbano da cidade de São Paulo, discutindo
as relações entre elementos morfológicos e o
microclima urbano, buscando compreender as
diferenças entre composições de uso do solo
para a qualidade ambiental e resiliência urbana.
Foram selecionadas áreas do território urbano
com dimensão de 25 hectares, equidistantes
5km, desde a região central (mais adensada) até
a periferia sul (menos urbanizada). Por meio de
sensoriamento remoto essas áreas foram analisadas
e classificadas baseando-se na captação de carbono,
nos usos do solo e na morfologia urbana. Foram
estimados os arranjos urbanos cuja organização
espacial trazem mais benefícios para a saúde
urbana, desempenhando funções ecossistêmicas
e contribuindo para uma vivência urbana plena,
oferecendo amenidades numa curta distância a
pé. Planejar cidades saudáveis e resilientes exige
abordar a questão urbana por múltiplos aspectos.
Com o aumento dos eventos extremos, tem especial
significado a manutenção e o aumento das áreas
verdes, cruciais para a saúde ambiental e humana.
Palavras-chave: Cidade saudável; verdejamento
urbano; resiliência urbana; planejamento urbano;
morfologia urbana
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