O AVESSO DE BRASÍLIA COMO LUGAR DE JOGO
DOI 10.64082/phs.2024.01.4.4
Resumo
O texto aproxima-se das propostas dos Situacionistas, especialmente da ideia de dissolver as fronteiras entre arte e vida, formulada desde as vanguardas artísticas. A cidade é entendida como o principal campo dessas experiências, motivo pelo qual Brasília é escolhida como espaço de interpelação a partir de sua concepção modernista e de seus vazios urbanos. Esses interstícios, vistos como o negativo dos monumentos, remetem à noção de cidade líquida, onde a deriva possibilita a criação de situações e atmosferas sensíveis. As ações lúdico-construtivas geram acontecimentos intermitentes, marcados pela impermanência e pela fugacidade. Tais eventos ocorrem sobretudo em espaços esquecidos ou abandonados, associados às entropias urbanas. Habitar Brasília pelo avesso implica ativar esses vazios por meio de práticas estéticas e derivas. Assim, diluemse as fronteiras entre arte e vida, arquitetura e paisagem, em um espaço líquido de múltiplas cartografias. Palavras-chave: Cidade saudável, Verdejamento urbano, Resiliência urbana, Planejamento urbano, Morfologia urbana.
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