Resumen
En este artículo presentamos la importancia de las microacciones afirmativas en Educación Infantil, resaltando la participación de bebés y niños en encuentros literarios, con enfoque en las relaciones étnico-raciales, para entender las interacciones como eje temático, bajo el aporte teórico que diálogos con estudios de campo de la Sociología de la infancia. Los encuentros literarios, inspirados en la filosofía Ubuntu, provocaron un giro de la visión eurocéntrica hacia otras posibilidades que contemplan la descolonización del conocimiento, permitiendo afirmar que se desarrollan microacciones afirmativas a medida que se perfila el tema de las relaciones étnico-raciales. en los debates escolares y pasa a formar parte del currículo, esencial para promover la equidad.
Citas
Abramowicz, A., & Oliveira, F. (2012). A sociologia da infância no Brasil: Alguns aportes. In M. A. S. Bento (Org.), Educação infantil, igualdade racial e diversidade: Aspectos políticos, jurídicos, conceituais (pp. 47 - 64). São Paulo: Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades.
Bento, C. (2022). O pacto da branquitude. São Paulo: Companhia das Letras.
Bourdieu, P. (2011). O campo político. Revista Brasileira de Ciência Política, (5) 193-216.
Cavalleiro, E. S. (2000). Do silêncio do lar ao silêncio escolar: Racismo, preconceito e discriminação na educação infantil. São Paulo: Contexto.
Corsino, P., Suzart, C., Basilio, P. M., & Honorio, A. (2022). Experiências literárias na primeira infância: Relatos de leitura literária no CAP-UFRJ. In D. Oliveira, L. A. Gonçalves, & P. Basílio (Org.), Educação infantil: Promovendo encontros (pp. 83-103). São Carlos: Pedro & João Editores.
Costa, M. A (2023). Filosofia do ubuntu como perspectiva para uma educação do corpo mais inclusiva nas escolas (Tese de doutorado). Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
Ferreira, Edmilson dos Santos. Infância e Microações Afirmativas em Contextos Significativos. 2019. 210 f. Tese (Doutorado em Educação) – Programa de Pós-graduação em Educação (PPGE), Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2019. Recuperado em: https://ppge.educacao.ufrj.br/tedmilsonmota.pdf
Ferreira, E. dos S., & Vieira, J. J. (2022). Infância e Microações Afirmativas em Contextos Significativos. Educação & Realidade, 46(3). Recuperado em: https://seer.ufrgs.br/index.php/educacaoerealidade/article/view/107778
Freire, M. (2022). Educador, educa a dor. São Paulo: Paz e Terra.
Giddens, A. (2001). A constituição da sociedade. São Paulo: Martins Fontes.
Gomes, N. L. (1996). Educação, raça e gênero: Relações imersas na alteridade. Cadernos Pagu, 6(7), 67-82.
Gomes, N. L. (2002). Trajetórias escolares, corpo negro e cabelo crespo: Reprodução de estereótipos ou ressignificação cultural? Revista Brasileira de Educação, (21), 40-51. Recuperado em: https://doi.org/10.1590/S1413-24782002000300004
Gomes, N. L. (2003). Educação, identidade negra e formação de professores/as: Um olhar sobre o corpo negro e o cabelo crespo. Educação e Pesquisa, 29(1), 167-182. Recuperado em: https://doi.org/10.1590/S1517-97022003000100012
Gomes, N. L. (2005). Alguns termos e conceitos presentes no debate sobre relações raciais no Brasil: uma breve discussão. In R. Henriques (Org.), Educação anti-racista: Caminhos abertos pela lei federal no 10.639/03 (pp. 39-62). Brasília: Ministério da Educação. Recuperado em: http://www.acaoeducativa.org.br/fdh/wp-content/uploads/2012/10/Alguns-termos-e-conceitospresentes-no-debate-sobre-ela%C3%A7%C3%B5es-Raciais-no-Brasil-uma-brevediscuss%C3%A3o.pdf
Brasil. Lei n. 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Inclui a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira” no currículo oficial da rede de ensino. Diário Oficial União.
_____. Lei n. 11.645, de 10 março de 2008. Altera a lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela lei n. 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”). Diário Oficial União.
_____. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece a lei de diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União.
_____. Ministério da Educação – MEC. (2004). Diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana. Recuperado em: https://download.inep.gov.br/publicacoes/diversas/temas_interdisciplinares/diretrizes_curriculares_nacionais_para_a_educacao_das_relacoes_etnico_raciais_e_para_o_ensino_de_historia_e_cultura_afro_brasileira_e_africana.pdf
______. Ministério da Educação – MEC. (2010). Diretrizes curriculares nacionais para a educação infantil. Recuperado em: http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/diretrizes-curriculares_2012.pdf
_____. Resolução CNE/CEB n. 5, de 17 de dezembro de 2009. Fixa as diretrizes curriculares nacionais para a educação infantil. Diário Oficial União.
Noguera, R. (2012). Ubuntu como modo de existir: Elementos gerais para uma ética afroperspectivista. Revista da ABPN, 3(6), 147-150.
Noguera, R. (2019). Infância em afroperspectiva: Articulações entre sankofa, ndaw e terrixistir. Revista Sul-Americana de Filosofia e Educação, (31), 53-70. https://doi.org/10.26512/resafe.vi31.28256
Noguera, R. (2020). Denúncias e pronúncias: Estudos afroperspectivistas sobre infâncias e educação das relações étnico-raciais. Childhood & Philosophy, 16, 1-22. https://doi.org/10.12957/childphilo.2020.48335.
Noguera, R., & Barreto, M. (2018). Infancialização, ubuntu e teko porã: Elementos gerais para educação e ética afroperspectivistas. Childhood & Philosophy, 14(31), 625-644. https://doi.org/10.12957/childphilo.2018.36200
Oliveira, F., & Abramowicz, A. (2013). Educação e diferença: Na direção da multidão. In A. Abramowicz, & M. Vandenbroeck (Orgs.), Educação infantil e diferença (pp. 149-168). Campinas: Papirus.
Pinheiro, C.S. (2019). Educação Infantil na Lei Federal no 10.639/03: o gato comeu? Congresso de Pesquisadores/as Negros/as do Nordeste: Epistemologias Negras e Lutas Antirracistas, João Pessoa, PA, 2. Recuperado em: https://www.copenenordeste2019.abpn.org.br/resources/anais/13/copenenordeste2019/1561220693_ARQUIVO_11b8d-01078c40bc58164b81d57e10e46.pdf
Quijano, A, (2010). Colonialidade do poder e classificação social. In B. S. Santos, & M. P. Meneses (Org.). Epistemologias do Sul (pp. 84-130). Cortez Editora.
Rosemberg, F. (1996). Teorias de gênero e de subordinação de idade: um ensaio. Pro-Posições, 7(3), 17-23.
Rosemberg, F. (2012). A criança pequena e o direito à creche no contexto dos debates sobre infância e relações raciais. Em M. A. S. Bento (Org.), Educação infantil, igualdade racial e diversidade: Aspectos políticos, jurídicos, conceituais. (pp. 11-46). Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades.
Sarmento, M. J. (2000). Sociologia da infância: Correntes, problemáticas e controvérsias. Cadernos do Noroeste, 13(2), 145-164.
Sarmento, M. J. (2008). Sociologia da infância: Correntes e confluências. In M. J. Sarmento, & M. C. S. Gouvêa. Estudos da infância: Educação e práticas sociais. Petrópolis: Vozes.
Silva Júnior, H. (2012). Anotações conceituais e jurídicas sobre educação infantil, diversidade e igualdade racial. In M. A. S. Bento (Org.), Educação infantil, igualdade racial e diversidade: Aspectos políticos, jurídicos, conceituais (pp. 65-80). São Paulo: Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades.
Vygotsky, L. S. (1987). Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes.

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.
Derechos de autor 2025 Revista Contemporânea de Educação

