MÁQUINA MÍSTICA DA ASCESE POÉTICA: SONHO, DELÍRIO E LIBERDADE INFINITA DA INOCÊNCIA LÚCIDA

##article.authors##

  • Eduardo Guerreiro Brito Losso UFRJ/Universidade Estácio de Sá

##semicolon##

subjetividade##common.commaListSeparator## sublime##common.commaListSeparator## mística##common.commaListSeparator## sonho##common.commaListSeparator## poesia##common.commaListSeparator## loucura.

##article.abstract##

O artigo procura analisar a obra
(iniciada em 1968) de Leonardo Fróes –
poeta brasileiro, ganhador do prêmio
Jabuti de poesia em 1996 – a partir da
idéia de que o escritor desenvolve uma
estética da existência, em que a produ-
ção do texto está a serviço de uma ascese
em busca da experiência mística subli-
me de um eu indeterminado. A propos-
ta é que Fróes elabora uma máquina
mística da poética ascética moderna,
uma máquina de delirar e de tornar o
delírio mesmo uma técnica de si, libe-
rando e observando as agitações da alma
não para refreá-las, nem para meramen-
te nelas se perder. O caminho dessa
ascese vislumbra um ideal de inocência
que pratica a produção poética como
uma grande brincadeira existencial e
uma proximidade íntima com o sonho.

##plugins.generic.usageStats.downloads##

##plugins.generic.usageStats.noStats##

##submission.downloads##

##submissions.published##

2020-08-28