Um sopro, um corpo, um texto

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DOI:

https://doi.org/10.55702/3m.v30i61.66701

Palavras-chave:

Escrita, Texto, Som, Corpo, Feminino

Resumo

Desejo refletir sobre a inserção do corpo no texto literário e sobre a escrita como uma experiência ligada à corporeidade e à vida, tomando como ponto de partida o trecho “Texto, meu corpo”, extraído de O riso da Medusa (2022), de Hélène Cixous. Compreendido como elemento primordial do que a pensadora conceitualizou como écriture féminine, o corpo não é somente representado no texto, mas o escreve e nele insere seus ritmos pulsionais, tensionando, assim, a ideia de literatura como representação. Como amparo teórico, recorro a conceitos derivados da teoria literária e da psicanálise.

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Biografia do Autor

Amanda Moura, Universidade Federal do Ceará

Doutora e mestra em Literatura Comparada (UFC). No momento de publicação deste texto, realiza estágio pós-doutoral em Literatura e Cultura no PPGLitCult (UFBA).

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Publicado

2026-09-09 — Atualizado em 2026-09-10

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