DA FORMA-DE-VIDA À VIDA VIVÍVEL
OS DILEMAS DA IDENTIDADE EM JUDITH BUTLER E GIORGIO AGAMBEN
Resumo
Este artigo propõe um diálogo crítico entre Giorgio Agamben e Judith Butler a partir da tensão entre forma de vida e vida vivível. Analisa-se a ontologia agambeniana, que pensa a inseparabilidade entre vida e forma como resistência à biopolítica, em contraste com a ética política de Butler, centrada na vulnerabilidade e nas condições concretas que tornam a vida vivível possível. Por meio de análise conceitual comparativa, investigam-se os limites e potências dessas abordagens frente às demandas de justiça e visibilidade contemporâneas, concluindo que a articulação entre ambas oferece contribuições relevantes para uma política da vida.
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Copyright (c) 2026 Maria Lucia Rodrigues da Cruz, Iverson Custódio Kachenski

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