ATIVIDADES CIRCENSES PARA A SAÚDE DE PESSOAS COM PARKINSON Possíveis contribuições das atividades circenses para a saúde de Pessoas com Parkinson: revisão integrativa da produção brasileira de 2012-2020

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Resumo

As contribuições das atividades artísticas para as Pessoas com Parkinson/PCP são amplamente debatidas na literatura mundial, produzindo inúmeras experiências que contribuem para a saúde e qualidade de vida (Silva, 2022). Dentre as atividades artísticas utilizadas terapeuticamente nos interessou, em particular, o ensino das atividades circenses. Assim, objetivamos nesse estudo o levantamento da produção brasileira sobre o ensino das atividades circenses e a saúde de Pessoas com Parkinson. A busca foi realizada no Qualis-Periódicos (Capes, 2023) nos últimos dois quadriênios 2012-2020, a partir dos termos circo/circense, saúde e Parkinson. Ao total foram analisados 499 periódicos, nos quais constam 7 artigos relevantes ao estudo, distribuídos nas seguintes áreas: Ciências da Saúde: 2 artigos; Educação Física: 1 artigo; Interdisciplinar:  3 artigos; e, Multidisciplinar: 1 artigo, analisados a partir de revisão integrativa. Observamos que, apesar das contribuições da produção existente, não há estudos ancorados no ensino das atividades circenses como possibilidade terapêutica para Pessoas com Parkinson, motivando-nos a estudos posteriores.

 

 

 

 

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Biografia do Autor

Samuel Luís Santos , Universidade Federal Fluminense

Mestrando em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal Fluminense. Graduado em Licenciatura em Educação Física pela Universidade Federal Fluminense. Bolsista de Mestrado PPGE/UFF -  CAPES.

Natália Albuquerque Langoni, Universidade Federal Fluminense

Mestranda em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal Fluminense. Graduada em Pedagogia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Professora no Setor de Orientação Educacional do Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Tatiane Garcia da Silva, Universidade Federal da Fronteira Sul

Médica Veterinária da Prefeitura Municipal de Francisco Beltrão. Mestre pela Universidade Federal da Fronteira Sul, Realeza, PR

Marco Antonio Araujo Leite

Doutor em Neurologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Professor Associado II do Departamento de Medicina Clínica e da Faculdade de Medicina da UFF. Coordenador do Programa de Pós Graduação Stricto Sensu de Medicina (Neurologia) da UFF. Correspondência para: 

Publicado

2026-09-18