X-MEN E CRÍTICA SOCIAL: DEUS AMA, O HOMEM MATA E O TELEVANGELISMO COMO FERRAMENTA POLÍTICA DURANTE O GOVERNO DE RONALD REAGAN (1982)
Resumo
O artigo reflete sobre as críticas da graphic novel X-Men: Deus ama, o homem mata ao televangelismo estadunidense do início da década de 1980. Sob a presidência de Ronald Reagan (1981-1989), a direita cristã adentrou a política nacional e impôs diversas pautas moralistas por meio de programas televisivos com pastores carismáticos e visões fundamentalistas da Bíblia. A partir de autores como Roberto Moll, Rafael Pelegrini Silva e John Charles Ryor, recuperamos as influências religiosas do reaganismo. Paralelamente, dialogando com Shyminsky e Vieira Guerra, pensamos acerca dos contatos entre as opressões ficcionais vivenciadas pelos X-Men e as minorias étnico-sociais estadunidenses. Por fim, discutimos a seguinte hipótese: a graphic novel critica a intolerância do televangelismo, estabelecendo um diálogo com as ações e os discursos moralistas do governo federal entre 1981 e 1982.
Downloads
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação;
As opiniões emitidas pelos autores são de sua exclusiva responsabilidade e não refletem a opinião da Ars Historica.