O Monstro, o Verde e o Nada: a redução androide para sonhos ditames; um ensaio sobre IA, informação e mistério
Resumo
O ensaio mobiliza a Saga do Monstro do Pântano, de Alan Moore, como alegoria filosófica para questionar as concepções de inteligência artificial que buscam no cérebro dessocializado a origem da consciência. Em diálogo com Marx, Deleuze, Pasquinelli e Fortes/Cocco, o autor argumenta que a IA não captura uma inteligência coletiva preexistente, mas objetiva a própria cisão que o capital opera sobre o conhecimento social. O Monstro que acorda em conexão com o pântano funciona como imagem de um humanismo radical: o humano não como consciência separada da natureza, mas como natureza em consciência de si.
Palavras-chave: Inteligência Artificial; General Intellect; Consciência; Alienação; Epistemologia da Informação.
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Publicado
2026-08-25
Edição
Seção
Rede Moitará