VERTIGEM CULTURAL NO ÂMBITO DAS UNIDADES DE INFORMAÇÃO
desafios frente aos serviços e produtos, processos técnicos, políticas e profissionais da informação
DOI:
https://doi.org/10.21721/p2p.2026v13e-73449Palabras clave:
Cultura, Gestão de unidades de informação, TIC, Vertigem cultural, EpistemologiaResumen
El vértigo cultural se refiere a cambios frenéticos y profusos que comprometen la dinámica diaria, ya que no hay tiempo para asimilarlos, acomodarlos y adaptarse a ellos. Este estudio tuvo como objetivo describir el vértigo cultural dentro de las unidades de información a través de sus servicios y productos, procesos técnicos, políticas y profesionales de la información. Se adoptó un enfoque cualitativo y un método comprensivo-descriptivo-interpretativo, basado en protocolos de observación, reflexión y consideración. En las unidades de información, esta cultura vertiginosa se manifiesta en la toma de decisiones apasionada, la ruptura de la identidad institucional de la unidad de información y la disrupción de la cultura organizacional de la unidad de información. Esta cultura vertiginosa promueve la desarmonía dentro de las unidades de información, y el emprendimiento actúa como un vector que produce cambios tanto negativos como positivos en la prestación de servicios ante la urgente necesidad de actualización.
Descargas
Citas
ANGELONI, M. T. Elementos intervenientes na tomada de decisão. Ciência da Informação, Brasília, v. 32, n. 1, p. 17-22, jan./abr. 2003.Disponível em: https://www.scielo.br/j/ci/a/3RVhpdpmmsgkwCxtCC6sXkt/abstract/?lang=pt. Acesso em: 20 abr. 2025.
ARAUJO, E. P. O.; PAULA, C. P. A. Abordagem clínica da informação e at-9: investigando o universo da tomada de decisão pela via simbólico-afetiva. Perspectivas em Gestão & Conhecimento, João Pessoa, v. 3, n., 2013. Disponível em: https://cip.brapci.inf.br//download/53213. Acesso em: 20 jan. 2025.
ASSUNÇÃO, A. V. A poética do intelecto: relações entre o imaginário e a tecnologia na formação técnico-profissional. Cadernos de Educação, Pelotas, n. 48, maio/ago. 2014. Disponível em: https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/caduc/article/view/4758/3541. Acesso em: 22 jan. 2025.
BACHELARD, G. A formação do espírito científico: contribuição para uma psicanálise do conhecimento. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996.
CAPPELLOZZA, A.; SANCHEZ, O. P. Análise de decisões sobre uso de tecnologia: um estudo no setor de telefonia móvel fundamentado nos axiomas da economia comportamental. Revista de Administração Contemporânea, São Paulo, v. 15, 2011. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rac/a/rL5BLJKdMTXj6YFZ9F7Ztgy/.Acesso em: 2 fev. 2025.
CORREIA, M. C. B. A observação participante enquanto técnica de investigação. Pensar Enfermagem, Lisboa, v. 13 n. 2, 2009. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/367594110_A_observacao_participante_enquanto_tecnica_de_investigacao. Acesso em: 2 fev. 2025.
CUPANI, A. A tecnologia como problema filosófico: três enfoques. Scientiæ Zudia, São Paulo, v. 2, n. 4, p. 493-518, 2004. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ss/v2n4/a02v2n4.pdf. Acesso em: 20 fev. 2025.
CURVELLO, J. J. A. Comunicação interna e cultura organizacional. 2. ed. rev. e atual. Brasília: Casa das Musas, 2012.
GOMES, A.; MORETTI, S. Pensamento complexo e as organizações. In: GOMES, A.; MORETTI, S. A responsabilidade social: uma discussão sobre o papel das empresas. São Paulo: Saraiva, 2007. cap. 3. p. 77-91.
GOUVEIA, V. V. et al. Valores, metas de realização e desempenho acadêmico: proposta de modelo explicativo. Revista Semestral da Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional, São Paulo. v.14, n. 2, jul./dez. 2010. Disponível em: https://www.scielo.br/j/pee/a/VqdWHCmL47drpNCWyfgW5QQ/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 20 jan. 2025.
GUERRA, M. A. M. A.; CAVALCANTE, L. E. Gestão de pessoas em unidades de informação: desafios entre o fazer e o aprender no papel do gestor. In: Encontro nacional de pesquisa em Ciência da Informação, 18, 2017, São Paulo. Anais [...], São Paulo: UNESP, 2017. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/104899. Acesso em: 3 abr. 2025.
KEEN, A. Vertigem digital: por que as redes sociais estão nos dividindo, diminuindo e desorientando. Rio de Janeiro: Zahar, 2012.
KOTLER, P.; ARMSTRONG, G. Princípios de marketing. São Paulo: Prentice Hall, 2007.
LAVOURAS, M. M. A inteligência artificial e os robôs inteligentes: emergência de um novo índice de capacidade contributiva? Julgar, Lisboa, n. 45, set. 2021.Disponível em: https://julgar.pt/?s=A+INTELIG%C3%8ANCIA+ARTIFICIAL+E+OS+ROB%C3%94S+INTELIGENTES%3A+EMERG%C3%8ANCIA+DE+UM+NOVO+%C3%8DNDICE+DE+CAPACIDADE+CONTRIBUTIVA. Acesso em: 30 jan. 2025.
LIMEIRA, V.; GOMES, T.L.; ARAÚJO, A. C. A cultura da participação na vertigem digital: reflexões na crítica de mídia. Revista Dito Efeito, Curitiba, v. 8, n. 12, p. 164-168, jan./jun. 2017. Disponível em: https://periodicos.utfpr.edu.br/de/issue/view/449. Acesso em: 3 mar. 2025.
LOUSADA, M.; VALENTIM, M. L. P. Modelos de tomada de decisão e sua relação com a informação orgânica. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 16, n. 1, p. 147-164, jan./mar. 2011.Disponível em: https://www.scielo.br/j/pci/a/t8XnmBCGfRGYpm9YQh4CKFh/. Acesso em: 3 mar. 2025
MENDES JÚNIOR, J. N.; FERREIRA, M. C. ANÁLISE COMPREENSIVA: Conceito e método. Geografia, Rio Claro, v. 35, n. 1, p. 21-35, jan./abr. 2010. Disponível em: https://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/ageteo/article/view/4814. Acesso em: 30 jan. 2025.
MARCIANO, J.L. P. Segurança da informação: uma abordagem social. 2006. 212 f. Tese (Doutorado em Ciência da Informação) - Universidade de Brasília, Brasília, 2006.. Disponível em: http://hdl.handle.net/10482/1943. Acesso em 21 jan. 2025.
MASINI, E.F.S. Enfoque fenomenológico de pesquisa em educação In: FAZENDA, I. (org). Metodologia da pesquisa educacional. 9 ed. São Paulo: Cortez, 2004.
MUNHALL, P. L. Interpretative phenomenology. Routledge International Handbook of Qualitative Nursing Research. Ed. Cheryl Tatano Beck, 2012. p. 145-161.
NIEBORG, D. B.; POELL, T. The Platformization of cultural production: Theorizing the contingent cultural commodity. New Media & Society, v. 20, n.11, 2018. Disponível em: https://journals.sagepub.com/doi/10.1177/1461444818769694. Acesso em: 13 jan. 2025.
SILVA , R. M.; NOGUEIRA, M. F. M. Cultura e comunicação nas organizações complexas. DataGramaZero, v. 14, n. 5, 2013.Disponível em: https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/88/o/DataGramaZero_out_2013.pdf. Acesso em: 13 jan. 2025.
OLIVEIRA, D. P. R. de. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia e práticas. 28. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
SANTA’ANNA, J. A cultura como elemento agregador para as unidades de informação: pluralizando manifestações culturais. RDBCI: Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v. 15, n. 1, p. 82–98, 2017. DOI: 10.20396/rdbci.v15i1.8641700. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rdbci/article/view/8641700. Acesso em: 22 abr. 2025.
SANTOS, B. R. P.; OTTONICAR, S. L. C.; DAMIAN, I. P. M. Perspectivas sobre o empreendedorismo informacional na ciência da informação. Informação@Profissões, Londrina , v. 9, n. 2, 2020.Disponível em: http://repositorio.febab.org.br/items/show/1534. Acesso em: 3 mar. 2025.
SANTOS, J. L. O que é cultura.16 ed. São Paulo: Brasiliense, 2006.
SANTOS, R. F.; CORRÊA, R. F. Análise das definições de folksonomia: em busca de uma síntese. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 23, n. 2, p. 1-32, 2018. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/36766. Acesso em: 4 abr. 2025.
SECCO, A. C.; KOVALESKI, D. F. Do empreendedor de si mesmo à medicalização da performance: reflexões sobre a flexibilização no mundo do trabalho. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, n. 27, v. 5, maio 2022. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/kqb4BM8h8Kb3S5W6xT8S8jQ/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 20 jan. 2025.
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Lília Mara Menezes, Sérgio Rodrigues de Santana, Annebelle Pena Lima Magalhães Cruz , Carla Daniella Teixeira Girard, Eliane Epifane Martins

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
A revista é publicada sob a licença Creative Commons - Atribuição - Uso Não Comercial - Partilha nos Mesmos Termos 4.0 Internacional.
O trabalho publicado é considerado colaboração e, portanto, o autor não receberá qualquer remuneração para tal, bem como nada lhe será cobrado em troca para a publicação.
Os textos são de responsabilidade de seus autores.
É permitida a reprodução total ou parcial dos textos da revista, desde que citada a fonte.
