O espelho venenoso da nação: notas sobre "Budapeste"

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  • Antônio Marcos V. Sanseverino

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O presente ensaio parte da análise do final ambivalente de Budapeste, que aparenta uma dimensão poética que se revela artificial e falseadora. A partir desse indicativo, algumas marcas formais indiciam o uso irônico da forma própria ao romance autobiográfico. Por fim, esses traços são analisados como sedimentação formal da desagregação da experiência no Brasil contemporâneo.

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2017-06-29

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