O espelho venenoso da nação: notas sobre "Budapeste"

Autores/as

  • Antônio Marcos V. Sanseverino

DOI:

https://doi.org/10.55702/3m.v13i21.11022

Resumen

O presente ensaio parte da análise do final ambivalente de Budapeste, que aparenta uma dimensão poética que se revela artificial e falseadora. A partir desse indicativo, algumas marcas formais indiciam o uso irônico da forma própria ao romance autobiográfico. Por fim, esses traços são analisados como sedimentação formal da desagregação da experiência no Brasil contemporâneo.

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Publicado

2017-06-29