Para os que ficam, saber que viver e não morrer fazem dois

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  • Priscila Matsunaga Universidade Federal do Rio de Janeiro Departamento de Ciência da Litearatura

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teatro##common.commaListSeparator## dramaturgia##common.commaListSeparator## arte política

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O texto apresenta um breve comentário sobre Os que ficam da Companhia do Latão. Interessa discutir o fluxo da peça em seus aspectos dramatúrgicos articulados a leitura e expectativa quanto à função da arte política. Nesse sentido, aproximamos o trabalho de Bertolt Brecht, Augusto Boal e da própria Companhia do Latão como expressões artísticas organizativas da cultura política, em tempos e lugares distintos.

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Priscila Matsunaga

É professora do Programa de Pós-graduação em Ciência da Literatura, Faculdade de Letras, UFRJ. Integra o Grupo de Pesquisa Formação do Brasil Moderno e desenvolve estudos sobre a relação teatro e política.

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2017-04-12