Traço e ruína na obra de Nuno Júdice

##article.authors##

  • Maria João Cantinho Professora Auxiliar do IADE (Lisboa)

##semicolon##

Nuno Júdice##common.commaListSeparator## Spur##common.commaListSeparator## Walter Benjamin

##article.abstract##

Estudo sobre a poética de Nuno Júdice pondo em relevância o funcionamento
das categorias benjaminianas de traço e ruína em sua obra.

##plugins.generic.usageStats.downloads##

##plugins.generic.usageStats.noStats##

##submission.authorBiography##

##submission.authorWithAffiliation##

Maria João Cantinho nasceu em Lisboa, em 1963 e viveu em Angola, durante a infância. Regressou a Portugal após a independência de África e estudou Filosofia na Universidade de Lisboa, tendo-se doutorado em Filosofia Contemporânea. É professora, poeta, ficcionista,ensaísta e crítica literária. Colabora regularmente em revistas de literatura e académicas. Publicou 4 livros de poesia, 2 de ficção e 2 de ensaio. Com o livro de poesia Do Ínfimo ganhou o Prémio Glória de Sant'Anna em Portugal (2017), foi finalista do Prémio Telecom (Brasil) com o livro de contos Caligrafia da Solidão (Escrituras, 2006). Foi nomeada como uma das melhores ensaístas do ano (2002) com o ensaio O Anjo Melancólico. É editora da Revista Caliban. É membro da Direcção do PEN Português. Pertence ao Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa e ao Collège d'Études Juives (Sorbonne IV).

##submissions.published##

2017-11-19

##issue.issue##

##section.section##

Artigos