segurança pública, redes de política, mídias digitais, militarização, policialização
Resumo
Neste artigo, analisamos as disputas em torno do controle do espaço urbano na cidade do Rio de Janeiro ao considerar a participação direta de moradores(as) e suas redes de política. Por meio do acompanhamento de reuniões comunitárias e de grupos fechados nas mídias digitais, é possível perceber em que medida as tecnologias empenhadas para a implementação de programas de segurança envolvem negociações cotidianas entre gestores, moradores(as) e agentes de segurança. Para tanto, este artigo se propõe a discutir como programas de segurança têm sido implementados em determinados territórios da cidade a partir de uma etnografia das redes sociotécnicas em atuação no programa Rio+Seguro, no bairro de Copacabana, no período de 2017-2022.
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Biografia do Autor
Clara Polycarpo, Universidade Federal Fluminense, Niterói, RJ, Brasil
Doutora em Sociologia pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP/UERJ). Atualmente, realiza pesquisa de Pós-Doutorado no Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal Fluminense (PPGS/UFF). É pesquisadora no Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos (GENI/UFF) e no projeto Dicionário de Favelas Marielle Franco (ICICT/Fiocruz). Colabora também com o Grupo CASA — estudos sociais sobre moradia e cidade (IESP/UERJ) e com o BONDE (IESP/UERJ).
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