A Permanência metafísica da luz nos vitrais da catedral São Pedro de Alcântara

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DOI:

https://doi.org/10.55702/medievalis.v15i1.75333

Palavras-chave:

Vitrais, Luz, Metafísica, Experiência estética, espiritualidade

Resumo

O presente artigo investiga a permanência da experiência metafísica da luz nos vitrais da Catedral de São Pedro de Alcântara, em Petrópolis, fazendo-o em diálogo com os vitrais da Abadia de Saint-Denis e os escritos do abade Suger no século XII. A pesquisa busca compreender como a luz e a cor ultrapassam a função decorativa da imagem religiosa, produzindo experiências sensíveis e espirituais. Para isso, analisaremos a concepção medieval da luz a partir do pensamento neoplatônico de Pseudo-Dionísio Areopagita, relacionando-a à arte gótica e aos vitrais anagógicos de Suger. A partir de Erwin Panofsky e Wassily Kandinsky, discutiremos como a relação entre matéria, imagem e transcendência permanece como experiência estética. Dessa forma, os vitrais da Catedral São Pedro de Alcântara são compreendidos não apenas como elementos arquitetônicos, mas como meios de contemplação em que luz e cor ultrapassam a materialidade.

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Biografia do Autor

Douglas Esteves Moutinho, UFRJ

Doutorando em Letras Clássicas (UFRJ), Mestre em Letras Clássicas (UFRJ), Graduado em Letras: Português/Alemão (UFRJ), Graduado em História (UCP)

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Publicado

2026-08-21

Edição

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Artigos