CHICO LOPES: "A literatura sempre se alimentou de tipos proscritos, solitários, pobres-diabos, capazes de olhar a sociedade com a impiedade necessária de quem esteve na chuva e se encharcou”.

Autores

  • Lohanna Machado Universidade Federal do Paraná (UFPR)

DOI:

https://doi.org/10.35520/flbc.2015.v7n14a17383

Resumo

Chico Lopes é tão assumidamente dado ao interior que tudo o que cria sai naturalmente universalizado. Eis uma das muitas conclusões a que se pode chegar lendo esta entrevista, na qual a produção do paulista aparece, a um só tempo, como múltipla e coesa. A pintura intercambia com a ficção, que incorpora o cinema e se desdobra em ensaio. A perpassar as diferentes manifestações, encontramos a atribuição do primeiro plano ao pobre-diabo e uma dedicação à labuta com a linguagem nem sempre condizente com o pragmatismo da indústria cultural. Prova do valor da opção encontramos nas próprias respostas, que, enviadas por e-mail, nos permitem saborear o estilo ímpar do autor.

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Publicado

2015-12-30

Como Citar

MACHADO, Lohanna. CHICO LOPES: "A literatura sempre se alimentou de tipos proscritos, solitários, pobres-diabos, capazes de olhar a sociedade com a impiedade necessária de quem esteve na chuva e se encharcou”. Fórum de Literatura Brasileira Contemporânea, [S. l.], v. 7, n. 14, 2015. DOI: 10.35520/flbc.2015.v7n14a17383. Disponível em: https://www.revistas.ufrj.br/index.php/flbc/article/view/17383. Acesso em: 26 mar. 2026.

Edição

Seção

Entrevistas