Plasma pisciano. <em>O comedor de Salamanca</em>, de Jorge Fernandes da Silveira

Autores

  • Rhea Sílvia Willmer Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

DOI:

https://doi.org/10.35520/flbc.2014.v6n11a17432

Resumo

No volume, encontram-se desde poemas até notícias de jornal, passando por fragmentos em prosa, dicas de filmes e anotações. Esses textos estão entrecortados por memórias, relatos de viagem e retratos da crise econômica europeia. Além do trabalho com a linguagem, o livro se mostra peculiar por não apresentar um projeto fixo, mas uma estrutura movente, mutável, como o próprio signo de Peixes, com o qual o autor se identifica e ao qual se refere a respeito do que não está nessas suas curtas memórias: “o resto são experiências da vivência de um pisciano entre águas em viagem”. Não por acaso, Peixes rege a poesia -- e a dança --, sendo considerado o mais intuitivo, distante, abstrato, elevado, amoroso, compreensivo, humilde, sensível e devoto signo do zodíaco.

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Publicado

2014-06-30

Como Citar

WILLMER, Rhea Sílvia. Plasma pisciano. <em>O comedor de Salamanca</em>, de Jorge Fernandes da Silveira. Fórum de Literatura Brasileira Contemporânea, [S. l.], v. 6, n. 11, 2014. DOI: 10.35520/flbc.2014.v6n11a17432. Disponível em: https://www.revistas.ufrj.br/index.php/flbc/article/view/17432. Acesso em: 16 abr. 2026.

Edição

Seção

Resenhas