Historias que bailan: perspectivas para una historia práctica de la danza en Brasil

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.58786/rbed.2025.v4.n8.71199

Palabras clave:

Dança, História, Prática como Pesquisa, frevo, Carnaval, Brasil

Resumen

Este artículo explora la propuesta del proyecto titulado «Historia práctica de la danza en Brasil», que entiende la práctica de la danza como un método de investigación histórica. Para ello, propone el frevo como caso de estudio para una historia incorporada. Basándome en el pensamiento descolonial, examino las raíces del frevo en la capoeira, el carnaval y las luchas urbanas en Recife. En lugar de emprender una búsqueda de la historia de origen o fijarme en los pasos formales, destaco el cuerpo como archivo y la performance como forma de historiografía. Bailar se convierte en una manera de reimaginar el pasado, desafiar los silencios del archivo y afirmar el saber de las comunidades marginadas.

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Biografía del autor/a

Iván Bernardelli, Companhia Dual, São Paulo, Brasil, ivanbernardelli@gmail.com

Ivan Bernardelli Maestro en Artes Escénicas, director y bailarín de la Cia. Dual, Iván Bernardelli investiga las danzas desarrolladas en Brasil a lo largo de los siglos en relación con sus contextos históricos, sociales, culturales y filosóficos. En su trabajo artístico, se inspira en mitologías y fenómenos históricos relacionados con la cultura brasileña para proponer diálogos entre la estética tradicional, popular y contemporánea. Ha recibido el Premio APCA 2023, el Premio Denilto Gomes 2021, el Premio FETEG MG 2019, el Premio Arte e Inclusión 2018 y el Premio Brasil Creativo 2016, entre otros. Además de DUAL, ha dirigido espectáculos para varias compañías de danza en Brasil. Es autor del libro «Lanternas no caos: uma história da dança no Brasil» (São Paulo: Lugar elástico, 2017).

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Publicado

2026-02-02

Cómo citar

BERNARDELLI, Iván. Historias que bailan: perspectivas para una historia práctica de la danza en Brasil. Revista Brasileira de Estudos em Dança, [S. l.], v. 4, n. 8, p. 167–190, 2026. DOI: 10.58786/rbed.2025.v4.n8.71199. Disponível em: https://www.revistas.ufrj.br/index.php/rbed/article/view/71199. Acesso em: 30 jul. 2026.