VIVÊNCIAS, MEMÓRIA E RESISTÊNCIA

O PAPEL ÉTICO IMPOSTO À POPULAÇÃO NEGRA NA SOCIEDADE DE EXPLORAÇÃO COLONIAL E CAPITALISTA BRASILEIRA

Autores

  • Rafael Oliveira UECE
  • Kaio Ximenes UECE

DOI:

https://doi.org/10.59488/053

Resumo

Ao explorarmos com maior atenção o papel imposto à população negra na história da sociedade capitalista e colonial brasileira, nos deparamos com falsos discursos e narrativas que são empurrados na vida dessas pessoas, ou a transformação delas em um meio para o crescimento da classe dominante, por meio da exploração de sua força de trabalho. Diante de tal represália, surge a dúvida: como a população negra, moradora das favelas e comunidades urbanas, ditas como resistência ao orgânico por Antônio Bispo dos Santos, enfrentam esses mecanismos de opressão, e como estes se articulam? Para responder tal questão, o percurso realizado por essa pesquisa busca compreender as situação e formas de enfrentamento dessa população, passando pelas trajetórias, pensamentos e ideias de Antônio Bispo dos Santos, Clóvis Moura e Lélia Gonzalez, e simultaneamente, pela música, sendo essa expressão uma das diversas formas de expressão de resistência do negro no Brasil. 

Palavras-chave: População negra. Memória. Colonialismo. Racismo. Resistência. 

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Biografia do Autor

Rafael Oliveira, UECE

Graduando em filosofia pela Universidade Estadual do Ceará (UECE), organizador do Grupo de Estudos Coloniais Críticos (GECC-UECE), membro do Grupo de Estudos Sartre (GES-UECE).

Kaio Ximenes, UECE

Graduando em filosofia pela Universidade Estadual do Ceará (UECE), membro do Grupo de Estudos Coloniais Críticos (GECC-UECE).

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Publicado

2026-04-21