La experiencia de ser madre y la carrera primaria de niños con trastorno del espectro autista y sus repercusiones en los roles rutinarios y ocupacionales
revisión integrativa de la literatura
DOI:
https://doi.org/10.47222/2526-3544.rbto62520Palabras clave:
Terapia Ocupacional, Mães, Cuidadores, Transtorno do Espectro AutistaResumen
Introducción: El Trastorno del Espectro Autista es un grupo diverso de condiciones, que presentan cierto grado de dificultad en la interacción social y la comunicación, además de patrones atípicos de actividad y comportamiento. El autismo trae cambios tanto en la dinámica familiar como individualmente, en cada miembro de la familia, especialmente para el cuidador principal, y en el contexto del cuidado de niños con autismo, las madres son las principales proveedoras de cuidados, provocando repercusiones en su rutina y en sus roles ocupacionales. Método: Investigación de tipo revisión integrativa de literatura con levantamiento bibliográfico realizada en la Biblioteca Virtual en Salud, Biblioteca Digital de Tesis y Disertaciones y Portal de Periódicos Capes de agosto a octubre de 2023, con recolección y análisis de datos basados en el Método Ursi de revisión integradora y presentación de datos en categorías de análisis. Resultados: La investigación de revisión integradora incluyó 13 artículos científicos y una disertación. Discusión: El diagnóstico de autismo impacta a toda la familia, especialmente a la madre, quien necesita llorar al niño idealizado para satisfacer las necesidades y dificultades del niño real. Además, corresponde a las madres adaptar la rutina y los roles ocupacionales tanto de ellas mismas como de otros miembros de la familia. Conclusión: Es evidente que la función de cuidado de un niño autista sumada a la ejecución de otras actividades diarias y la reorganización de la dinámica familiar provoca sobrecarga de tareas, acumulación de funciones y cambios en los roles ocupacionales.
Descargas
Citas
Alcântara, P. M. L. (2021). A construção de um novo script: o processo de adaptação de famílias de crianças com transtorno do espectro autista [Dissertação de mestrado, Programa de Pós-Graduação em Estudos da Ocupação, Universidade Federal de Minas Gerais]. https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/42901
Barrozo, B. M., et. al. (2015). As alterações nos papéis ocupacionais de cuidadores de pessoas com deficiência visual. Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo, 26(3), 409-417. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2238-6149.v26i3p409-417
Botelho, L. L. R., et. al (2011). O método da revisão integrativa nos estudos organizacionais. Revista Eletrônica Gestão e Sociedade, 5(11), 122-136. http://www.spell.org.br/documentos/ver/10515/o-metodo-da-revisao-integrativa-nos-estudos-organizacionais
Bulhões, T. M. P., et al. (2023). A maternidade atípica: narrativas de uma mãe com três filhos com transtorno do espectro autista. Revista de Pesquisa Cuidado É Fundamental Online, 15, 1-6. http://dx.doi.org/10.9789/2175-5361.rpcfo.v15.12213.
Carvalho-Filha, F. S. S., et. al (2018). Coping e estresse familiar e enfrentamento na perspectiva do transtorno do espectro do autismo. Rev. Cient. Sena Aires, 7(1), 23-30. http://revistafacesa.senaaires.com.br/index.php/revisa/article/view/300/210
Castro, G. G., et. al (2022). Fatores associados à qualidade de vida de mães de pacientes com Transtorno do Espectro Autista. O Mundo da Saúde, 46, 043–053. 10.15343/0104-7809.202246043053.
Colomé, C. S., et al. (2023). Dinâmica relacional das redes sociais significativas de mães de filhos com transtorno do espectro autista. Estudos e Pesquisas em Psicologia, 2(23), 607-628. https://doi.org/10.12957/epp.2023.77701
Constantinidis, T. C., & Pinto, A. S. (2019). Revisão integrativa sobre a vivência de mães de crianças com transtorno de espectro autista. Revista Psicologia e Saúde. 10.20435/pssa.v0i0.799.
Cursino, I. G., et al. (2020). Avaliação da qualidade de vida e sobrecarga de cuidadores de adolescentes com transtorno do espectro do autismo em Recife, Estado de Pernambuco, Brasil. Research, Society and Development, 9(10), 1-14. http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v9i10.9243.
Ferreira, M. C., et al. (2015). Avaliação do índice de sobrecarga de cuidadores primários de crianças com paralisia cerebral e sua relação com a qualidade de vida e aspectos socioeconômicos. Acta Fisiatr., 22(1), 9-13. https://doi.org/10.5935/0104-7795.20150003
Ferreira, M., & Smeha, L. N. (2018). A experiência de ser mãe de um filho com autismo no contexto da monoparentalidade. Psicologia em Revista, 24(2), 462-481. https://doi.org/10.5752/P.1678- 9563.2018v24n2p462-481
Loos, C. A., et al. (2023). Rede de apoio às famílias de crianças com transtorno do espectro autista. Ciência, Cuidado e Saúde, 22. http://dx.doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v22i0.65788.
Magalhães, J. M., et al. (2021). Vivências de familiares de crianças diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista. Revista Gaúcha de Enfermagem. http://dx.doi.org/10.1590/1983- 1447.2021.20200437.
Monhol, P. P., et al. (2021). Filhos com transtorno do espectro autista: percepção e vivência das famílias. Journal Of Human Growth and Development, 31(2), 224-235. http://dx.doi.org/10.36311/jhgd.v31.12224.
Pascalicchio, M. L., et. al (2021). Vivências maternas e autismo: os primeiros indicadores de tea e a relação mãe e filho. Estilos da Clínica, 26(3), 548-565. https://doi.org/10.11606/issn.1981- 1624.v26i3p548-565
Pinto, R. N. M., et al. (2016). Autismo infantil: impacto do diagnóstico e repercussões nas relações familiares. Revista Gaúcha de Enfermagem, 37(3), 1-9. http://dx.doi.org/10.1590/1983- 1447.2016.03.61572.
Polezi, S. C. (2021). Papéis e desempenho ocupacional de mães de crianças com deficiências [Dissertação de mestrado, Universidade Federal de São Carlos]. https://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/14473
Ponte, A. B. M.; Araújo, L. S. (2022). Vivências de mães no cuidado de crianças com transtorno do espectro autista. Rev. NUFEN, Belém, 14(2), 1-15. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?pid=S2175-25912022000200010&script=sci_abstract
Rendon, D. C. S., et al. (2019). Convivência com filhos com transtorno do espectro autista: desvelando sentidos do ser-aí-mãe. Rev baiana enferm., 33, e31963. https://doi.org/10.18471/rbe.v33.31963
Riccioppo, M. R. P. L., et.al (2021). Meu filho é autista: percepções e sentimentos maternos. Revista da SPAGESP, 2(22), 132-146. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1677-29702021000200011
Roiz, R. G., & Figueiredo, M. O. (2023). O processo de adaptação e desempenho ocupacional de mães de crianças no transtorno do espectro autista. Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional, 31, e3304. https://doi.org/10.1590/2526-8910.ctoAO252633041.
Silva, S. E. D., et al. (2018). A família, o cuidar e o desenvolvimento da criança autista. Journal Of Health & Biological Sciences, 6(3), 334-341. https://doi.org/10.12662/2317-3076jhbs.v6i2.1782.p334- 341.2018
Ursi, E. S. (2005). Prevenção de lesões de pele no perioperatório: revisão integrativa da literatura [Dissertação de mestrado, Universidade de São Paulo]. https://doi.org/10.11606/D.22.2005.tde- 18072005-095456
Vilanova, J. R. S., et al. (2022). Sobrecarga de mães com filhos diagnosticados com transtorno do espectro autista: estudo de método misto. Revista Gaúcha de Enfermagem. http://dx.doi.org/10.1590/1983-1447.2022.20210077.pt.
World Health Organization [WHO]. (2022a). Autism spectrum disorders. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/autism-spectrum-disorders. Acesso em: 10 out. 2022.
World Health Organization [WHO]. (2022b). Mental, behavioural or neurodevelopmental disorders. In: Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionais com a Saúde. Disponível em: https://icd.who.int/browse11/l-m/en#/http%3a%2f%2fid.who.int%2ficd%2fentity%2f334423054. Acesso em: 11 out. 2023.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Revista Interinstitucional Brasileira de Terapia Ocupacional - REVISBRATO

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.
Declaração e Transferência de Direitos Autorais
O periódico REVISBRATO -- Revista interinstitucional Brasileira de Terapia Ocupacional é publicado conforme o modelo de Acesso Aberto e optante dos termos da licença Creative Commons BY (esta licença permite a distribuição, remixe, adaptação e criação a partir da obra, mesmo para fins comerciais, desde que os devidos créditos sejam dados aos autores e autoras da obra, assim como da revista. Mais detalhes disponíveis no site http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/).

No momento da submissão do manuscrito os autores deverão encaminhar, nos documentos suplementares a Declaração de responsabilidade, conflito de interesse e transferência de direitos autorais, segundo modelo disponivel na página "Instruções aos autores"
- Uso de imagens e discursos
Quando um autor submeter imagens para capa, que não correspondam a pesquisas em formato de artigo e que não tenham obrigatoriedade de autorização de Comitê de Ética, assim imagens presentes em outras seções, deverá ser anexado o TERMO DE CESSÃO DE DIREITO DE USO DA IMAGEM E DE DISCURSO (disponível modelo na página "Instruções aos autores"). Somente é necessário que o autor principal assine o termo e o descreva conforme o modelo abaixo em word.