Projeto Caixa de Histórias: um relato de experiência

Story Box Project: an experience report

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.47222/2526-3544.rbto68927

Palabras clave:

Narración de cuentos, Desarrollo infantil, Sala de espera, Terapia Ocupacional, Juego

Resumen

Contextualización: El programa de extensión Caixa de Histórias actúa como una estrategia de humanización, utilizando la narración de cuentos para crear ambientes lúdicos y afectivos. Este artículo tiene como objetivo describir y analizar la implementación del proyecto, a partir de la experiencia de cuatro estudiantes del curso de Terapia Ocupacional de la UFSCar, desarrollado entre octubre de 2023 y febrero de 2024. Proceso de intervención: Se realizaron cuatro encuentros con aproximadamente 12 niños de diferentes edades y diagnósticos variados, que incluían desde cuestiones motoras hasta cognitivas. La actividad incluyó la narración de cuentos, el uso de materiales lúdicos y la interacción entre niños, madres y estudiantes. Dos supervisiones permitieron resolver dudas, discutir estrategias y retomar los objetivos. Análisis crítico de la práctica: Las adaptaciones realizadas—como la forma de contar la historia y la transformación de elementos narrativos en juguetes—fueron fundamentales para mantener el interés de los niños y favorecer vínculos afectivos. Síntesis de consideraciones: El proyecto promovió la humanización, al tiempo que fortaleció el bienestar infantil en la sala de espera de un servicio de salud.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Citas

Almeida, Lívia Ramos de; Costa, Mariana Vieira da; Santos, Amanda Martins; Lopes, Luciana Maria de Almeida; Marcolino, Tânia Cristina. (2023). A atividade de extensão na terapia ocupacional: revisão de escopo na literatura nacional. Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional, São Carlos, v. 31, e3343. DOI: https://doi.org/10.1590/2526-8910.ctoAO3343

Alves, A. L. A., Pfeifer, L. I., Bezerra, J. R., & Santos, V. M. D. (2007). Caixa de histórias: um recurso terapêutico ocupacional utilizado em enfermarias de um hospital terciário no interior de São Paulo. In Anais do 10º Congresso Brasileiro de Terapia Ocupacional (p. xx–xx). Goiânia: Kelps.

American Occupational Therapy Association. (2021). Enquadramento da prática de terapia ocupacional: Domínio & processo (M. Gomes, L. Teixeira & J. Ribeiro, Trans.; 4ª ed.). https://doi.org/10.25766/671r-0c18.

Aragão, R. M., & Azevedo, M. R. Z. S. (2001). O brincar no hospital: Análise de estratégias e recursos lúdicos utilizados com crianças. Estudos de Psicologia (Campinas), 18(3), 33–42. https://doi.org/10.1590/S0103-166X2001000300003. DOI: https://doi.org/10.1590/S0103-166X2001000300003

Araujo, Raphael A. S., Silva, Flávio Aragão da, Faro, André, & Sobral, Ana Luíza Oliveira. (2016). Uso de atividades lúdicas no processo de humanização em ambiente hospitalar pediátrico: intervenção Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET/Saúde REDES - Urgência e Emergência). Revista da SBPH, 19(2), 98-106. https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.19.422. DOI: https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.19.422

Brasil. Ministério da Educação. (2025). Portaria interministerial SG-PR/MEC n. 192. Diário Oficial da União.

https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-interministerial-sg-pr/mec-n-192-de-11-de-marco-de-202 5-617950752.

Figueiredo, M. O., Pereira Paterra, I., Silva , C. R., & Cardinalli, I. . (2020). Contribución de las actividades de extensión a la formación en Terapia Ocupacional. Revista Ocupación Humana, 20(1), 7–26. https://doi.org/10.25214/25907816.946. DOI: https://doi.org/10.25214/25907816.946

Garcia-Schinzari, N. R., Pfeifer, L. I., Sposito, A. M. P., Santos, J. L. F., Nascimento, L. C., & Panúncio-Pinto, M. P. (2014). Caixas de histórias como estratégia auxiliar do enfrentamento da hospitalização de crianças e adolescentes com câncer. Cadernos de Terapia Ocupacional da UFSCar, 22(3), 569–577. DOI: https://doi.org/10.4322/cto.2014.079

Gomes, A. B. dos S., Pfeifer, L. I., & de Paiva Nogueira Fornereto, A. (2025). A importância do programa de extensão Caixa de Histórias para a hospitalização infantil e para a formação profissional de terapeutas ocupacionais. Revista Interinstitucional Brasileira De Terapia Ocupacional - REVISBRATO, 9(2). https://doi.org/10.47222/2526-3544.rbto63745.

Gouveia, M. H. (2003). Viva e deixe viver: histórias de quem conta histórias. Globo.

Melo, L. L. (2003). Do vivendo para brincar ao brincando para viver: o desvelar da criança com câncer em tratamento ambulatorial na brinquedoteca [Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo]. https://doi.org/10.11606/T.83.2003.tde-28062006-143055. DOI: https://doi.org/10.11606/T.83.2003.tde-28062006-143055

Minetto, M. de F., & Löhr, S. S.. (2016). Crenças e práticas educativas de mães de crianças com desenvolvimento atípico. Educar Em Revista, (59), 49–64. https://doi.org/10.1590/0104-4060.44791 DOI: https://doi.org/10.1590/0104-4060.44791

Motta, A. B.; Enumo, S. R. F. (2002). Brincar no hospital: câncer infantil e avaliação do enfrentamento da hospitalização. Psicologia, Saúde & Doenças, Lisboa, 3(1), 23-41. http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=36230103.

Nascimento, L. C; et al. (2011). O brincar em sala de espera de um Ambulatório Infantil: a visão dos profissionais de saúde. Rev. Esc. Enferm. USP, 45 (2), 465-472. https://doi.org/10.1590/S0080-62342011000200023.

Oliveira, M. L. V. M., Shimizo, T. M. R., Martins, G., Sposito, A. M. P., & Pfeifer, L. I. (2017). Brincar como estratégia de intervenção em sala de espera de um hospital infantil: Relato de experiência. Anais do Congresso Convibra Saúde. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo. http://www.convibra.com.br/upload/paper/2017/156/2017_156_14046.pdf.

Pedro, I. C. S., Nascimento, L. C., Poleti, L. C., Lima, R. A. G., Mello, D. F., & Luiz, F. M. R. (2007). O brincar em sala de espera: Contribuições para o cuidado de enfermagem à criança. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 15(2), 292–297. http://www.eerp.usp.br/rlae.

Pfeifer, L. I., Carvalho, C. S., & Santos, V. M. D. (2004). A trajetória do brincar, da competição à criação. Cadernos de Terapia Ocupacional da UFSCar, 12(2), 115–123. Recuperado de https://www.cadernosdeterapiaocupacional.ufscar.br/index.php/cadernos/article/view/185.

Pfeifer, L. I., Rombe, P. G., & Santos, J. L. F. (2009). A influência socioeconômica e cultural no brincar de pré-escolares. Paideia (Ribeirão Preto), 19(43), 249–255. https://doi.org/10.1590/S0103-863X2009000200015.

Pfeifer, L. I., & Stagnitti, K. (2020). Terapia Learn to play: desenvolvendo habilidades para brincar de faz de conta. In L. I. Pfeifer, & M. M. M. Sant’Anna (Orgs.), Terapia ocupacional na infância: procedimentos na prática clínica (pp. 400-420). Memnom.

Reis, K., & Bichara, I. (2010). A brincadeira como ação no mundo: O modus operandi da criança no enfrentamento da doença e da hospitalização. In A. M. Q. Pérez-Ramos & V. B. Oliveira (Orgs.), Brincar é saúde: O lúdico como estratégia preventiva (pp. 77–99). http://cerelepe.faced.ufba.br/arquivos/fotos/177/brincadeirahospital.pdf.

Saggese, E. S. R., & Maciel, M. A. (1997). Projeto saúde e brincar. Rio de Janeiro: Instituto Fernandes Figueira da Fundação Oswaldo Cruz.

Santana, R. R., Santana, C. C. de A. P., Costa Neto, S. B. da., & Oliveira, Ê. C. de. (2021). Extensão Universitária como Prática Educativa na Promoção da Saúde. Educação & Realidade, 46(2). https://doi.org/10.1590/2175-623698702.

Santos, V. M. D. (2008). Análise do processo de capacitação do graduando de terapia ocupacional para atuar junto a crianças hospitalizadas através de caixas de histórias [Monografia de graduação, Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo]. https://doi.org/10.47222/2526-3544.rbto63745.

Wajskop, G. (1995). O brincar na educação infantil. Cadernos De Pesquisa, (92), 62–69. https://doi.org/10.1590/S0080-62342011000200023 . DOI: https://doi.org/10.1590/S0080-62342011000200023

Oliveira, M. L. V. M., Shimizo, T. M. R., Martins, G., Sposito, A. M. P., & Pfeifer, L. I. (2017). Brincar como estratégia de intervenção em sala de espera de um hospital infantil: Relato de experiência. Anais do Congresso Convibra Saúde. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo. http://www.convibra.com.br/upload/paper/2017/156/2017_156_14046.pdf

Pedro, I. C. S., Nascimento, L. C., Poleti, L. C., Lima, R. A. G., Mello, D. F., & Luiz, F. M. R. (2007). O brincar em sala de espera: contribuições para o cuidado de enfermagem à criança. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 15(2), 292-297. http://www.eerp.usp.br/rlae DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-11692007000200015

Pfeifer, L. I., Carvalho, C. S., & Santos, V. M. D. (2004) . A trajetória do brincar, da competição à criação. Cadernos de Terapia Ocupacional da UFSCar, 12(2), 115–123. Recuperado de https://www.cadernosdeterapiaocupacional.ufscar.br/index.php/cadernos/article/view/185 .

Pfeifer, L. I., Rombe, P. G., & Santos, J. L. F. (2009). A influência socioeconômica e cultural no brincar de pré-escolares. Paideia (Ribeirão Preto), 19(43), 249–255. https://doi.org/10.1590/S0103-863X2009000200015 . DOI: https://doi.org/10.1590/S0103-863X2009000200013

Pfeifer, L. I., & Stagnitti, K. (2020). Terapia Learn to play: desenvolvendo habilidades para brincar de faz de conta. In L. I. Pfeifer, & M. M. M. Sant’Anna (Orgs.), Terapia ocupacional na infância: procedimentos na prática clínica (pp. 400-420). Memnom.

Reis, K., & Bichara, I. (2010). A brincadeira como ação no mundo: O modus operandi da criança no enfrentamento da doença e da hospitalização. In A. M. Q. Pérez-Ramos & V. B. Oliveira (Orgs.), Brincar é saúde: O lúdico como estratégia preventiva (pp. 77–99). http://cerelepe.faced.ufba.br/arquivos/fotos/177/brincadeirahospital.pdf .

Saggese, E. S. R., & Maciel, M.A. (1997). Projeto saúde e brincar. Rio de Janeiro: Instituto Fernandes Figueira da Fundação Oswaldo Cruz.

Santana, R. R., Santana, C. C. de A. P., Costa Neto, S. B. da., & Oliveira, Ê. C. de. (2021). Extensão Universitária como Prática Educativa na Promoção da Saúde. Educação & Realidade, 46(2). https://doi.org/10.1590/2175-623698702 . DOI: https://doi.org/10.1590/2175-623698702

Santos, V. M. D. (2008). Análise do processo de capacitação do graduando de terapia ocupacional para atuar junto a crianças hospitalizadas através de caixas de histórias [Monografia de graduação, Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo]. https://doi.org/10.47222/2526-3544.rbto63745 DOI: https://doi.org/10.47222/2526-3544.rbto63745

Publicado

2026-01-31

Cómo citar

Junqueira Boldrin, B., de Mesquita, B. C., dos Santos, L. C., de Paula Rodrigues, L., & Pfeifer, L. I. (2026). Projeto Caixa de Histórias: um relato de experiência: Story Box Project: an experience report. Revista Interinstitucional Brasileira De Terapia Ocupacional - REVISBRATO, 10(1), 3904–3914. https://doi.org/10.47222/2526-3544.rbto68927

Número

Sección

Análise da Prática

Artículos más leídos del mismo autor/a